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resumo

Diógenes Serra Moura dos Santos, o Didi do vôlei dos anos 60 e 70, conhecido no meio cultural brasileiro como Diógenes Moura, fala de sua infância no Recife, de sua juventude em Salvador, de seu encantamento pelo caos paulistano. Conta como era o dia a dia na casa grande em que cresceu, em Tejipió, e das empregadas que frequentam sua memória. Da descoberta de sua sexualidade. Da experiência como esportista. De como nasceu a paixão que nutre pela palavra e pela imagem: no quintal da casa grande, com seu avô contando histórias e mostrando retratos da família; da descrição que fazia das coisas para a avó e o pai, ambos cegos. Ele narra as passagens de sua vida como quem escreve um livro de memórias – que, aliás, está escrevendo há mais de dez anos. Diz ter tantas personagens e tantos casos arquivados na cabeça que, se tivesse dinheiro, não precisaria sair de casa para escrever. E conta algumas dessas histórias, como a da mulher decapitada viva. Imperdível.

história

Nasci em primeiro de janeiro de 1957, em Recife, na Rua do Lima. O meu avô, Cesário Rodrigues Pereira Serra, imigrante português, tinha esta casa antes das filhas casarem. Minha mãe, Gilda, casou-se com meu pai, João Moura dos Santos, e nossa família cresceu na casa de meu avô. Primeiro na Ru...Continuar leitura




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